Entrevista a Manuel Nunes, Presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pranto

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A Freguesia de Nossa Senhora do Pranto resulta da junção das Freguesias de Dornes e Paio Mendes e teve nas últimas eleições autárquicas uma viragem política a favor do Partido Socialista.
Manuel Nunes é o novo Presidente desta Freguesia que solares e monumentos classificados, uma Filarmónica, um grupo de Cantares e um Grupo de Concertinas e outras coletividades que vão merecer o apoio da Junta de Freguesia.
Dornes, antiga vila com foral de D. Manuel, é uma das Maravilhas de Portugal e é intenção do executivo dar apoio ao turismo e aos milhares de peregrinos que todos os anos visitam o Santuário de Nossa Senhora do Pranto, muitos em círios.
A Primeira medida foi encerrar os velhos sanitários públicos para fazer obras em breve. Para os substituir foram abertos os sanitários junto à Igreja.
Conta apoiar o museu na Torre Pentagonal e o futuro Museu do Santuário de Nossa Senhora do Pranto promovido pela Igreja.
Nascem poucas crianças na freguesia e a  população é muito idosa. Manuel Nunes, que também pertence à Associação de Melhoramentos de Pias, que coordena O Centro de Acolhimento de Crianças em Risco da Frazoeira, revelou ao Região do Zêzere que esta Associação tem o aval da Caixa Geral de Depósitos no empréstimo de um milhão de euros para o recomeço das obras no Lar e Centro de Dia.
Fique a saber que Os feirantes em Dornes vão ter novas regras e que há ideias para dinamizar o mercado do Carril.
A Saúde é uma batalha antiga, está neste momento serenada, a população espera contar com médio de família e serviço de enfermagem.
Na área da Freguesia tem a maior empresa do concelho, a Zêzerovo é uma das empresas que suportam a “Capital do ovo”.
Conheça em detalhe os projetos da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pranto nesta entrevista.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

História
 
Paio Mendes é uma localidade portuguesa do concelho de Ferreira do Zêzere, com 8,58 km² de área e 495 habitantes (2011)[1]. Densidade: 57,7 hab/km². Antigamente chamada São Vicente de Paio Mendes, pertenceu ao concelho de Dornes até à sua extinção em 6 de novembro de 1836 passando a integrar o município de Ferreira do Zêzere. Foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Dornes, formar uma nova freguesia denominada Nossa Senhora do Pranto com a sede em Frazoeira.
 
Dornes
Terra muito antiga, será mesmo anterior à fundação da nacionalidade, como o atestam os monumentos e os vestígios arqueológicos que por aqui se têm encontrado. Já na primeira dinastia alguns documentos que lhe fazem referência, sendo documentada a presença de um religioso de Dornes no Foral de Arega, em inícios do século XIII.
Ainda no século XIII há referências à Comenda Templária de Dornes.
Mais tarde, no século XV, Dornes, enquanto Comenda Mor da Ordem de Cristo teve por Comendador D. Gonçalo de Sousa, homem muito influente, da Casa do Infante D. Henrique, e que aqui mandou construir, em 1453, a Igreja de Nossa Senhora do Pranto. Este local de culto deu à povoação, parte da importância que esteve na origem, em 1513, da atribuição do Foral Manuelino.
Aqui nasceram, um século mais tarde, muitos dos heróicos combatentes que por volta de 1650, durante a Guerra da Restauração, se bateram nas fronteiras para assegurar a independência nacional.
Da economia das gentes de Dornes, destacaremos a produção e comercialização da madeira de castanho, tradição que já encontramos descrita desde o século XIV e que se manteve até finais do século XIX. Também no Século XIX, a reforma de Rodrigo da Fonseca, veio extinguir o concelho de Dornes, integrando-o desde 1835, no concelho de Ferreira do Zêzere.
Do século XIX para cá, Dornes tem sido um polo de atracção turística e a sala de visitas do concelho de Ferreira do Zêzere em função das suas paisagens deslumbrantes sobre o Zêzere e também em virtude da grande carga histórica e monumental que as suas aldeias encerram. De entre os visitantes ilustres, destaca-se Alfredo Keil que em 1890, estando hospedado na Estalagem dos Vales, ensaiaria com a então Sociedade Filarmónica Carrilense a primeira orquestração da marcha: “A Portuguesa”, sendo por isso o Carril um dos berços do actual hino nacional de Portugal.

 

In: Wikipédia

 

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